quinta-feira, 29 de abril de 2010

Hoje é dia de...

... o pimpolho ir para casa do pai. Desde Domingo, não este mas o anterior, que não sei nada de sua excelência, pois nunca liga ou pergunta pelo filho. É suposto vir buscá-lo, à escola, por volta das 16h. Até à data não sei se vem ou não. Ele por vezes "esquece-se" de dizer...
Isto são merd@s que me irritam.

9 comentários:

Libelinha☆ disse...

Já lhe tentaste ligar... Não era nada agradável ele esquecer-se do miúdo na escola!...

Beijinhos ;P

Crente disse...

Eu sei que devia, mas a mim irrita-me andar sempre atrás dele para assumir as responsabilidades que tanto diz querer ter (pediu a guarda do pimpolho). Avisei a escola para me avisarem se ele aparecer. Não aparecendo, às 18h estou lá para o levar para casa (a hora de saída é entre as 18h e as 19h30).
Vou continuar à espera... E tu, já de jejum?

Libelinha☆ disse...

Já comi qualquer coisa, lol... Eu de manhã não sou muito de comer mas tenho de comer muito até ás 15h, lol... Difícil vai ser não poder beber nada...

Afinal tens isso orientado, ainda bem!... Sendo assim não lhe ligues!... Afinal ele tem de demonstrar interesse!...

Beijinhos ;P

Crente disse...

Será que comer gelo conta? ;)

Libelinha☆ disse...

Eu perguntei tudo, lol... Apenas posso molhar os lábios e chupar uns rebuçadinhos, lol... Mas acho que isso ainda me vai dar mais sede!...
Não posso ter nada no estômago por causa da anestesia...

Agora vou comer uma mega sopa, hehehe!...

TouroCeptico disse...

E uma conversa....daquelas sérias...para o chamar à razão ??

...daquelas tipo: "Olha que um dia o teu filho gostaria de saber que tem um Pai..."

Não??

Beijinhos

Crente disse...

Lá apareceu às 17h, como se nada fosse...
Já tentei a chamada de atenção ao mundo real, mas ele não parece gostar que eu lhe diga o que seja. O problema dele é o "ter direito", sem pensar no melhor para o pimpolho...
Sinceramente, já nem espero que ele seja pai, porque já teve mais que tempo para aprender. Entristecia-me o facto de saber que um dia o filho vai reparar nas coisas, mas como agora tem um "papá novo" (palavras do pimpolho) já deixei de me preocupar com a "falta" que o pai poderia fazer.
É ter paciência :) E eu até vou sendo crente e optimista

Nirvana disse...

São situações complicadas, em que não há sequer um padrão de orientação e que nos custam muito. Para mim, a solução foi sempre pensar no que seria melhor para o pequenino. Acho que há pais que fazem isso só para chatear as mães, outros por obrigação, e outros porque não sabem ser pais. O "meu" (salvo-seja :)) começou por cair no primeiro grupo e acabou no terceiro. Não tenho dúvidas que gosta do filho, mas não sabe ser pai. Parece mais um amiguinho da idade dele, mas a tempo inteiro. Mesmo eu chamando-o à atenção, tentando fazer-lhe ver o que era melhor para o menino, não adiantava. É mau, principalmente para o P. e para mim, porque me obriga a ser a "má" da fita, a ser rigorosa a triplicar. Desde esquecer-se do menino na escola, até me telefonar porque o P. não queria sair da banheira (!) para eu o mandar sair, por telefone, houve de tudo.
O P. adora o pai, e eu acho muito bem. Apesar de tudo, passa mais tempo com ele agora do que quando estávamos juntos, mas sei que muitas vezes desculpei o pai quando ele falhou, para o menino não sofrer. Não sei se fiz bem ou mal, fiz o que o meu coração mandou. Ele vai crescer e vai perceber as coisas.

Não deixes de ser "crente" e optimista! Tudo se resolve e se há coisa capaz de mover céus e Terra, é o amor de mãe!

Beijinho grande, de mãe para mãe :)

Brisa disse...

É em momentos destes que se nota tão bem que a diferença entre a birra de uma criança e a birra de um adulto está... no tamanho do corpo! E reclamamos nós que os putos se atiram para o chão e gritam à parva... quando os adultos fazem precisamente o mesmo só que com requintes de malvadez. Ao puto dá-se-lhe uma palmada e, logo a seguir, volta a estar tudo bem. Aos adultos, é preciso ter paciência de Job e articular estratégias para conseguir incutir o mínimo de bom senso na cabeça do adulto. No caso da pirraça dos pais, que vêem nos putos um objecto de arremesso, tenho sérias dúvidas de que há amor a sério. Mas como nunca passei por uma situação destas, só posso comentar como "espectadora" e sentir muita compaixão das crianças.