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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Uma amiga
Perdeu o namorado (não que fosse boa peça) e o emprego (vá lá que ficou o direito ao subsídio) no mesmo mês. Caso para se dizer umas valentes asneiras.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Ah e tal, cortar cabelo
... já foi. Não há que pensar demasiado em algumas coisas.
Foi ontem. Entrar no cabeleireiro e insistir com a senhora para que o cortasse. Estava com medo - não eu, mas a cabeleireira.
Cab - Mas tem a certeza? Esta tão comprido...
Eu - Vá, corte. Não tenha medo que eu não tenho. O cabelo cresce. E com a crise até vou poupar dinheiro em água, electricidade, champô e amaciador. Pegue na tesoura e avance.
...
...
Eu - Sabe que o corte que pedi é mais curto que isso, não sabe?
Cab - É que você ainda me sai daqui a chorar...
Eu - Se eu não quisesse cortar, não vinha aqui. Já o tive mais comprido do que agora e rapei-o. Se for a comparar, até nem é um corte assim tão radical.
Senhora do lado - Ai menina... você tem coragem...
Eu - Se fosse para me cortarem um braço ou algo assim, preocupava-me. Agora cabelo?
E foi assim o tempo todo. Salão parado a olhar e eu a incentivar a cabeleireira a cortar o cabelo, a incentivar, não fosse ela mudar de ideias e eu sair com o cabelo cortado a metade. Foi giro. E já está.
No final gostou do visual. Eu adorei. Ainda me tentou convencer a umas madeixas, sem sucesso:
Eu - Minha senhora, durante 12 anos andei a pintar o cabelo, a experimentar todas as cores que havia. Agora prefiro mantê-lo au naturel. Antes pintava para evitar cortar, agora corto para evitar pintar. São opções.
Foi ontem. Entrar no cabeleireiro e insistir com a senhora para que o cortasse. Estava com medo - não eu, mas a cabeleireira.
Cab - Mas tem a certeza? Esta tão comprido...
Eu - Vá, corte. Não tenha medo que eu não tenho. O cabelo cresce. E com a crise até vou poupar dinheiro em água, electricidade, champô e amaciador. Pegue na tesoura e avance.
...
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Eu - Sabe que o corte que pedi é mais curto que isso, não sabe?
Cab - É que você ainda me sai daqui a chorar...
Eu - Se eu não quisesse cortar, não vinha aqui. Já o tive mais comprido do que agora e rapei-o. Se for a comparar, até nem é um corte assim tão radical.
Senhora do lado - Ai menina... você tem coragem...
Eu - Se fosse para me cortarem um braço ou algo assim, preocupava-me. Agora cabelo?
E foi assim o tempo todo. Salão parado a olhar e eu a incentivar a cabeleireira a cortar o cabelo, a incentivar, não fosse ela mudar de ideias e eu sair com o cabelo cortado a metade. Foi giro. E já está.
No final gostou do visual. Eu adorei. Ainda me tentou convencer a umas madeixas, sem sucesso:
Eu - Minha senhora, durante 12 anos andei a pintar o cabelo, a experimentar todas as cores que havia. Agora prefiro mantê-lo au naturel. Antes pintava para evitar cortar, agora corto para evitar pintar. São opções.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
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