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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Dia Internacional de Sensibilização para a Prematuridade

Todos os anos, nesta data, relembro a minha história e a de muitas outras que acompanhei, há 4 anos e meio...
Fica aqui um abraço de força e esperança para todos os pais que passam pela dura prova de terem um filho prematuro. Acreditem que tudo melhora! E, se precisarem, podem contatar-me pelo mail crenteoptimista@gmail.com

E, para relembrar também casos de sucesso (que nunca cheguei a ver em jornal, como aparecem outros), o caso da bebé milagre que vi nascer com 25 semanas de gestação e 420gramas de peso (quando emagreceu foi às 360gr), que nasceu 3 semanas depois do Mr nascer.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

É de mim, ou também é anormal?

Pela 3ª vez, o Mr. vem "marcado". É normal, para a idade que tem, pois com tanta correria combinada com trapalhice, acidentes acabam por acontecer.
O que não acho normal é nunca me dizerem nada: nem quando acontece nem quando vêm trazê-lo ao Domingo.
Desta vez foi uma cabeça rachada que só reparei quando lhe fui dar banho. É pedir muito que o pai B me avise destas coisas? Ou estou a ser implicativa?

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Tenho uma dúvida

Algum de vocês, os 26 que me espreitam, pode dar uma ajudinha?
Vou finalmente ter a entrevista na Segurança Social sobre elaboração do relatório social, pedido pelo Tribunal devido ao processo da guarda do Mr. X. Pedem para levar documentos de despesas e receitas do agregado familiar. Sugestões e conselhos? O que levar, o que não levar? O que dizer, o que não dizer? O que valorizam e o que não interessa?
Obrigada desde já!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Foi fim de semana de...

Passear!
Sábado fomos até Viana, para rever uns amigos de longa data. Também têm um pimpolho, com mais um ano que o meu. Os miúdos ainda não se conheciam, mas adoraram-se :)
Amo perdidamente os meus príncipes...



Domingo fomos ao Zoo! O pimpolho adorou, principalmente por poder ver ao vivo e a cores os animais que tanto gosta!
Acredito que haja muita gente contra os jardins zoológicos (até eu tenho algumas reservas), mas não seria possível ver de perto muitas das espécies que lá estão.
Coisas que me irritaram:
- Os caixotes do lixo servem para pôr lixo. O lixo NÃO se põe no CHÃO!!!! - vi carradas e carradas de "porcos"!
- Se por todo o lado existem tabuletas a dizer/pedir para não darem amendoins aos animais, visto serem alimentos com alto teor em gordura que lhes é prejudicial, porque raio não obedecem?! - vi carradas de "burros"!
No geral, adorámos o passeio em família! Resta agora aguentar 3 semanas até estarmos os 3 novamente...

quarta-feira, 24 de março de 2010

Paranóias de mãe?

Nunca fui muito daquelas mães corujas que andam sempre atrás dos filhos. Talvez por ele ter nascido demasiado cedo. Em vez de o proteger demasiado, sempre o empurrei para a vida. Vai daí que agora ele seja desenrascado e não demonstre diferenças de desenvolvimento em relação a crianças que tiveram direito aos 9 meses de preparação nas barrigas das respectivas mães. É desenrascado e autónomo. E teimoso. Tudo é feito à maneira dele, ou pelo menos tentado. Quando não resulta, lá pede ajuda.
Mesmo assim, sempre tentei cuidar, como mãe que sou. Há limites nas tomadas, por exemplo. Também não sou desnaturada. Mas, neste momento, estou incomodada. E inquieta-me pensar que talvez esteja a ser possessiva em relação a ele. Foi decretado que ele passará fins de semana com o pai: 2 com o pai, 1 comigo e por aí adiante. Fins de semana a começar à 5ª feira à tarde e a terminar ao Domingo ao fim do dia. Ok. Mas eu e o pai moramos a 350 kms um do outro. São 700 kms por fim de semana. 2100 kms por mês. E faltar à creche à 6ª feira. No meu entender, como adulta, não me parece saudável. Como mãe, parece-me absurdo sujeitar uma criança a isto. É paranóia minha?

terça-feira, 23 de março de 2010

Tristemente

Há tristezas tristes...
Gostava que o meu filho tivesse um Pai, com um P orgulhoso, cheio de paternidade. Mas não tem. Gostava que fosse um daqueles Pais, que ficam grandes amigos das Mães, com quem têm uma relação salutar e uma amizade filho-dependente... ou até filho-independente, mas há que manter os pés bem assentes e não pedir demasiado.
Mas calhou um pai com um p muito pequenino. Que não dá valor ao filho que tem, nem sabe o que o ser pai significa, no seu todo.
Mesmo assim, a justiça é cega, como se sabe. O que eu não sabia é que, para além de ser pitosga, a justiça também é surda. E não, não preza pelos superiores interesses da criança. Enfim, melhores dias virão... provavelmente só depois de ir à bruxa.

terça-feira, 2 de março de 2010

Vou à bruxa livrar-me do mau olhado...

Audiência para regulação de poder paternal marcada para o meu dia de aniversário... Que rica prenda hein?

P.S. - alguém me recomenda uma bruxa?

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Não compreendo o pai do meu filho...

A sério: não tenho nada realmente contra o pai do meu filho. Só há um pequeno pormenor: não creio que ele ponha os interesses do nosso filho em primeiro lugar. E isso incomoda-me. E isso faz-me ser a má da fita. E já não tenho paciência (nem obrigação obrigatória) para lhe explicar. Apenas consigo sorrir e ser politicamente correcta:
por telefone...
Ele : vou amanhã para cima, de comboio. Vou cedo para aproveitar, a ver se chego por volta das 10h. 3 opções: volto para baixo com o miúdo e entrego amanhã...
Eu : Não. Vens vê-lo cá a casa...
Ele : Deixa-me falar... vou para aí, marco hotel e ele fica comigo...
Eu : Não. Vens vê-lo cá a casa...
Ele : Nunca deixas terminar: ou vou vê-lo aí a casa.
Eu : Sim, vens vê-lo cá a casa, como digo sempre...

Resultado: Veio de carro, trouxe família, e chegou à hora de almoço...